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Desde 7 de Março de 2011
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Apresentação e Poesia de Kácia Pontes

 

O que dizer de Kácia Pontes? (Por ela mesma); Poemas: Nunca diga Adeus...; O amor pode ser...

 

O que dizer de Kácia Pontes? (Por ela mesma)

Bem, sou uma pessoa simples, amiga dos meus amigos, consciente das coisas da vida, das desigualdades, dos problemas sociais, do comportamento decorrente disso tudo e de como anda o mundo...

Sinto-me como o beija-flor de uma pequena historia, que sempre conto por onde passo, que coloco um pouco da água que trago no biquinho como ferramenta de trabalho, com forma de sensibilizar pessoas nas suas mudanças pessoais e como cidadã do mundo.

Envolvo-me, me doo nos problemas alheios e descobri que é daí que encontro a formula ideal para resolver os meus. Para isso desenvolvi, ao longo de minha vida como psicóloga, um mecanismo importantíssimo que denominei de ECO. O que falo para as pessoas escuto na mesma sintonia, sempre dizemos ao outro aquilo que deveríamos dizer primeiramente a nós mesmos. Por isso preciso estar me ouvindo sempre.

Quanto ao meu lado poético, nasceu há muitos anos atrás, quando me apaixonei e deixei que tudo isso crescesse através do meu jeito exagerado de escrever...

Como nasce a poesia em mim? Eu deixo o espírito leve e solto, abro os ouvidos para a comunicação da alma, deixo o coração falar daquilo que esta cheio e o cérebro tornar com efeito tudo isso... O que vem a cabeça em conjunto com o coração vou escrevendo e depois dou corpo ao pensamento...

Como vem a inspiração? Não sei, talvez venha de uma caixinha onde é guardada a emoção, num cantinho onde guardo o amor verdadeiro, o amor devoção...

 

NUNCA DIGA ADEUS...

Nunca diga adeus...
Aos seus sonhos pessoais,
Aos sonhos que julga serem impossíveis
Aos sonhos embalados numa noite escura
Aos sonhos que crê inacabado

Nunca diga adeus...
A uma bela historia de amor
A paixão que mais toca no coração
A um desejo infinito de querer
A vontade de sermos apenas um

Nunca diga adeus...
As paisagens que um dia te inspiraram
As dores e alegrias que um dia te fizera poeta
Ao amor que um dia te desassossegou
Aos poemas que disso restou

Nunca diga adeus...
A uma simples e humilde mulher
Ao amor que encantou o seu coração
Aos seus escritos poéticos que brotaram de sua alma
As palavras que sempre foram
Do coração de uma mulher apaixonada

Nunca diga adeus...
A mim, mulher que se achou
No mais puro e infinito do teu amor
Nem a ti, homem que a encantou
Com seus poemas desfilados
Numa pagina de site encontrados
Que nem para ela foram escritos
Mas a fez feliz, pois deles se apaixonou...

 

O amor pode ser...

Pode ser ferro que queima e arde
Mas pode ser pétala de rosa na sua suavidade
Pode ser desconforto de um coração
Mas pode ser conforto e doação
Pode ser a dor de uma saudade de quem se foi
Mas pode ser a alegria do encontro de depois
Pode ser tristeza numa palavra dita
Mas pode ser alegria num ato de quem acredita
Pode ser desalento de uma paixão
Mas pode ser felicidade que enche o coração
Pode ser os desencontros da vida
Mas pode ser o sonho desse encontro que nos torna vivos ainda
Pode ser a tristeza de um olhar
Mas pode ser a imensidão do mar
Pode trazer inquietudes na alma
Mas pode ser tranqüilidade, busca da calma...
Pode até perder-se na vida o rumo
Mas pode ser sentimento bem mais profundo
Pode trazer atitudes rudes
Mas pode ser um tomar de atitudes
Pode até se desapaixonar em instantes
Mas pode ser um encantar do amor de antes
Pode ser uma magoa sentida
Mas pode ser apenas a dor de uma despedida
Pode ate ser cinza escuro como as tardes de outono
Mas pode ter a suavidade e magia do azul de quem do meu coração é dono
Pode ate machucar, queimar, dar saudades ou até doer...
Mas não existe, no mundo, um amor maior e nem igual ao que sinto por você...

 

 

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