site stats

Radio Raizonline   Banco de Poesia    Email    Portal   Motor de Busca  Newsletter   Livro de Visitas   Anuncios     Homepage    Feed

poesia
 
cronicas
 
contos
 
cultura
 
educação
 
agenda cultural
 
humor
 
ambiente
 
solidariedade
 
assuntos europeus
 
ciência
 
tecnologia
 
colunas/empresa
 
biografias
 
 
 
Desde 7 de Março de 2011
Free counters!






Poesia de Carlos Camões Galhardas

 

Assim!... Te Quero Sentir!; «Pacto Final» ; Fazer...ou não fazer Poesia;

 

Assim!... Te Quero Sentir!

 

Foi assim que um dia,
Sem ter mais tempo
De pensar em chegar
Ao lugar de partida,
Meu corpo me abandonou
Na berma daquela estrada...
No meio do nada!
Talvez num lugar distante
Ou num mundo próximo,
As nossas vidas renasçam
Das palavras que um dia
Ficaram por dizer ou sentir.
Esse será o dia de reencontro
Dos amigos não esquecidos!

E que memorável esse dia será!!

Matias José

 

«Pacto Final»

 

Num mar de sonhos pintados
Foi afogando o seu olhar,
Seu último suspiro...
Tudo parecia consumado!?
Mas nesse breve e derradeiro
Momento de inspiração Divina,
Toda as cores, os traços...
Todos os sonhos de menino!
Por entre as pinceladas do coração
Entravam os primeiros raios de luz
Nas flores do Alentejo que tanto amava.
Finalmente, sem esboçar um único lamento
E com um sorriso de eterna saudade,
Despertavam novamente para a vida
As suas mãos finas e delicadas!!

Matias José

 

Fazer...ou não fazer Poesia

 

Entre uma coisa e outra
(Deus me livre do meio)
Fazer… ou não fazer poesia,
Ter algo para escrever
Sem sequer o saber.
Amanhã nascerá outro dia
E a palavra em que creio
Surgirá num tempo extra.

Porquê escrever rimando
Nas entrelinhas do presente?
Talvez fosse melhor soltar
A frase solta ao acaso…
Quando já não for preciso
Vou de novo rimar,
Sentir como ninguém sente
As palavras que vou escrevendo.

Como em quadras soltas
O coração a bater
Num olhar de esperança…
Assim as palavras soam
Na folha de papel.
São doces como o mel,
Como as aves também voam
Entre as mãos de uma criança...
Vou deixar-me adormecer
E ao mundo dar voltas!

Matias José

 

Comente estes Poemas